Comecei este ano de 2014 com uma meta: completar uma travessia aquática.
Mudei de academia e passei a treinar 3 vezes por semana, pois precisava melhorar muuiito minha natação (até pouco tempo mal conseguia fzer uma chegada na piscina e já ficava sem fôlego...).
Decidi que iria fazer a prova da Volta do Parcel, na praia de Juquey - SP. Detalhe: a prova é em abril e eu comecei as aulas no final de fevereiro...
Mas deu tudo certo. Quando menos esperava já tinha melhorado muito minha resistência, e logo chegou o dia da prova - hoje!
A previsão do tempo era de chuva, e ao chegar no sábado à noite em São Sebastião,a situação não estava animadora, chovia bastante e fazia frio.
Por sorte, no dia seguinte o céu amanheceu limpo, com sol, a água estava numa temperatura agradável, só tinha um problema: ondas, muitas e altas ondas! Estava um tipo de mar que eu não costumo encarar, ma estava ali, deu 9h45 - largada feminina da prova - vumbora!
Eu esperei um tempo para ver se desmuvucava um pouco, mas o grupo de mulheres não dispersou, estava bem difícil vencer as ondas. Então resolvi encarar, mergulhando e seguindo em frente, mas estava bem difícil, parecia que eu estava a um tempão ali e não ia sair do lugar, e do meu lado, ouvi algumas pessoas dizendo que não ia rolar, que iam desistir. Até cogitei isso mas pensei que não poderia chegar ali e parar, todo o meu esforço e meu treino até então não podiam "morrer na praia". Então dei mais um gás e fui, até que consegui passar as arrebentações e lá estava o parcel, esperando para ser circundado mais uma vez. Fui nadando crawl, peito, enfim, o importante era completar. Braçadas após braçadas já dava para avistar a praia, daí pensei "auquelas arrebentações que sofri para entar no mar agora virão nas minhas costas"... Mas deu tudo certo, consegui chegar na paria sem muito estresse e sem tomar caldo e foi só alegria e receber a medalha!
Essa é uma das coisas que provam que quando botamos uma coisa na cabeça e queremos conquistar, acabamos conseguindo.
É isso aí!!! Valeu!!!!
domingo, 27 de abril de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Litoral Catarinense - Verão de 2014
É com saudades que escrevo este post sobre as minhas férias por algumas praias de Santa Catarina.
O começo da viagem foi em Guarda do Embaú. A hospedagem foi na pousada Canto da Guarda: muito charmosa em seu estilo rústico, com ótimo café da manhã e simpatia dos donos que te fazem sentir em casa!
Fizemos uma trilha passando pela prainha e chegando até a praia da Pinheira, que tem águas bem calmas. Na volta curtimos mais a praia da Guarda do Embaú mesmo, que é muito bonita, principalmente pelo visual das dunas com o rio ao lado.
Nos outros dias fomos conhecer mais praias da região: Da Ferrugem, Do Rosa, Garopaba. Na minha opinião, dessas a mais bonita é a menos famosa praia da Ferrugem, pena que não tem uma estrutura que permita passar o dia lá, pois a maioria dos frequentadores são famílias que levam suas coisas. A praia do Rosa e de Garopaba me decepcionaram pois não apresentaram toda a beleza que é divulgada e que eu imaginava, as águas e a areia estavam escuras, e os preços praticados, principalmente no canto direito da praia do Rosa realmente são bem inflacionados, chegando a cobrar consumação mínima de quatrocentos reais para ocupar uma mesa na praia.
Ficamos num quiosque do Pirata onde os preços foram mais justos e o serviço foi muito bom.
A próxima parada foi em Floripa, no hostel de Canasvieiras. Fora o barulho na rua de fim de semana e cantorias dos argentinos que lotam o local no verão, a passagem foi tranquila.
As praias que mais me agradaram foram as do sul da ilha: Naufragados (acesso por trilha fácil) e Lagoinha do Leste (acesso por trilha média/difícil, com pedras, a partir da praia da Armação, mas compensa muito, com belíssima praia e uma lagoa transparente e com água quente ao lado).
Eu acho que a roubada em Floripa (pois sempre tem uma roubada em qualquer viagem) foi a Ilha do Campeche. Os barcos saem da Praia da Armação, que fica a mais de meia hora de barco, cobrando R$60,00 por pessoa ida e volta, sendo que a ilha está bem de frente para a Praia do Campeche, mas de lá não saem barcos. Apenas quando você desembarca na ilha fica sabendo que, se quiser fazer mergulho livre com snorkel tem que pagar um passeio de barco que permite acessar o costão a alguns centímetros além da praia, pelo valor de mais R$30,00! Quer dizer, ir para a Ilha do Campeche e fazer um mergulho com snorkel sai por R$90,00!!! É mais caro que ir para a Ilha do Arvoredo, que cobra R$ 80,00 mas que dista 1h30 de barco!!!
Achei a Ilha do Campeche um absurdo, superfaturada. E quem pagou esse passeio de barco não deve ter visto coisa alguma, pois a visibilidade não estava das melhores. Mesmo que você leve seu equipamento, tem que pagar esse preço, e ainda mais para acessar um local que é possível ir nadando de boa.
Ok, o lugar é protegido e precisa de regramentos, mas esse preço é demais! Não vale tudo isso.
Enfim, saímos de Floripa e fomos para a parte final: Bombinhas.
Aqui está o lugar que mais gostei de toda a viagem! É a parte mais bonita do litoral catarinense que conheci, e com praias de águas muito transparentes! Uma delícia para nadar e fazer mergulho livre.
Ficamos no albergue Toca da Moreia, muito bonito, quarto com varanda e vista para o mar, além de acesso facílimo para a praia da Lagoinha.
Após conhecer a praia de quatro ilhas, fazer o trekking de Zimbros até a praia Vermelha, realmente vi que a praia que mais valia a pena curtir era a da Lagoinha mesmo, ali do lado. Com águas transparentes, apenas com máscara e snorkel vi vários peixes e até uma tartaruga! Pena que seu tamanho não comporta tanta gente, e as pessoas não respeitam o local, jogam lixo na água e nas pedras.. uma pena!
A praia da Sepultura também é bem pequena e logo fica cheia, é bom chegar cedo. Também é boa para mergulho, é de fácil acesso a partir da estrada. O acesso bifurca e logo é possível conhecer também a praia de Retiro dos Padres, bem bonita e com ondas fortes.
No penúltimo dia da viagem fiz o passeio até a Ilha do Arvoredo para mergulhar com snorkel. O barco leva três horas para ir e voltar, e fica quase três horas no local. O mergulho com snorkel custou R$80,00 e tinha também com cilindro, cujo batismo estava custando R$ 180,00 com duração de 40 minutos de mergulho.
Para mim, o snorkel foi suficiente. Não vi a abundancia de quantidade e diversidade de vida marinha que se espera de uma reserva biológica, mas em alguns pontos a água estava realmente bem transparente, e consegui ver duas tartarugas, só por isso valeu o passeio. A visibilidade não devia passar dos dois metros, e em vários trechos só se via pedras e nada de peixes, corais, ouriços ou outros serem identificáveis.
Realmente eu esperava mais da Ilha do Arvoredo. Depois, pelos comentários, ouvi que, além de influências de vento, os pontos liberados para mergulho pelo ICMBio realmente não são os mais abundantes em vida marinha, pois tais pontos estão protegidos e não é permitido o acesso.
Então fico com a pergunta: por que liberar pontos que não são favoráveis ao mergulho? Por que restringir tanto um local e liberar tanto em outros? Pois no local de mergulho tinham também várias embarcações particulares, além de gente passeando de Jet Ski e fazendo manobras, colocando em risco a vida dos mergulhadores...
No último dia fomos ao mirante 360° que fica na estrada de acesso à Praia da Tainha. De lá se tem uma vista incrível para as praias de Mariscal e de Zimbros, mas não dá para avistar a praia de Bombinhas. A entrada custa R$7,50 por pessoa.
A praia da Tainha é charmosa, com águas calmas e tem bares que atendem na praia, mas a água estava turva, não dava para mergulhar, apesar de ter aluguel de snorkel...
Da Tainha, seguimos para a canto grande (continuação de Zimbros). Fomos comer num restaurante indicado pelo Guia 4 Rodas, o Tatuíra. Pedimos inclusive o prato indicado pelo Guia: Lulas salteadas (Lula do Loy). O prato é gostoso e bem servido, mas muito carregado no molho pesto, eu estava esperando sentir o gosto da lula, só senti sabor de manjericão e cebola.
De lá segue-se a pé para o outro lado, onde tem a praia de Mariscal, que é muito bonita, com águas muito transparentes e ondas leves, deu para curtir bastante.
Ficam as dicas, e boas férias!!!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
São Silvestre 2013!
Manhã de 31 de dezembro, último dia do ano, acordo cedo para participar de uma grande festa: a Corrida de São Silvestre.
De fato, essa é uma corrida completamente diferente de todas as outras que corri até então. Todo o clima de confraternização que traz a chegada de um novo ano, com milhares de pessoas correndo, e milhares de pessoas torcendo, realmente faz da São Silvestre uma corrida especial, que traz muita energia positiva ao ser percorrida.
Em meio a personagens diversos, corredores animados e mensagens de apoio daqueles que assistiam e aplaudiam, eu consegui alcançar a minha meta deste ano, que era, além de voltar a correr após descobrir uma lesão no joelho, conseguir completar os 15km de São Silvestre.
Missão cumprida! Valeu São Silvestre 2013!
Feliz Ano Novo!
De fato, essa é uma corrida completamente diferente de todas as outras que corri até então. Todo o clima de confraternização que traz a chegada de um novo ano, com milhares de pessoas correndo, e milhares de pessoas torcendo, realmente faz da São Silvestre uma corrida especial, que traz muita energia positiva ao ser percorrida.
Em meio a personagens diversos, corredores animados e mensagens de apoio daqueles que assistiam e aplaudiam, eu consegui alcançar a minha meta deste ano, que era, além de voltar a correr após descobrir uma lesão no joelho, conseguir completar os 15km de São Silvestre.
Missão cumprida! Valeu São Silvestre 2013!
Feliz Ano Novo!
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Fila do caixa
Não sei por que insisto em fazer compras na quarta extra. É o inferno na terra mas eu sempre acabo caindo lá...
Esta semana, precisava apenas de 3 ítens, mas quando fui à fila do caixa rápido, desisti: uma fila enooooorme e apenas dois caixas funcionando...
Resolvi então ir para um caixa normal, cuja fila estava bem menor, e aparentemente eu seria atendida bem antes do caixa rápido. Mera ilusão...
A mulher que estava terminando de passar a compra resolve pagar uma conta. Eu ainda não sei porque as pessoas resolvem pagar contas na fila do caixa, não é melhor e mais rápido pagar no banco, pelo caixa eletrônico? E como é demorado esse processo de pagamento de conta no caixa do supermercado: a caixa digita todos aqueles números sequenciais, espera validar, daí a pessoa paga, geralmente em dinheiro, e geralmente não há troco, daí a caixa acende a luzinha pra vir alguém trazer o troco, e demora...
Logo depois disso, achei que a fila ia andar? Que nada, a mulher me saca mais uma conta pra pagar e ainda recarrega o celular!
Ok! Depois tinha um senhor na minha frente com apenas 4 ítens, pensei "opa! vai ser super rápido!" Que nada! Pede nota fiscal paulista e não acertava o CPF nem a pau!
Depois de passada a compra, ainda ficou um tempão reclamando com a caixa que o preço estava diferente da gôndola (essa questão de preço diferente é recorrente, parece que é por isso mesmo que não colocam mais o preço no produto, mas numa etiqueta da prateleira que muitas vezes difere do preço passado no caixa, mas enfim...)
Depois foi pagar com cartão: não acertava a senha nem a pau. Daí pagou com dinheiro, e mais uma vez não tinha troco...
Resultado: fiquei mais de 40 minutos para passar apenas 3 ítens numa fila com apenas 2 pessoas e com compras pequenas...Quarta extra nunca mais! É o que sempre digo...adianta?
Esta semana, precisava apenas de 3 ítens, mas quando fui à fila do caixa rápido, desisti: uma fila enooooorme e apenas dois caixas funcionando...
Resolvi então ir para um caixa normal, cuja fila estava bem menor, e aparentemente eu seria atendida bem antes do caixa rápido. Mera ilusão...
A mulher que estava terminando de passar a compra resolve pagar uma conta. Eu ainda não sei porque as pessoas resolvem pagar contas na fila do caixa, não é melhor e mais rápido pagar no banco, pelo caixa eletrônico? E como é demorado esse processo de pagamento de conta no caixa do supermercado: a caixa digita todos aqueles números sequenciais, espera validar, daí a pessoa paga, geralmente em dinheiro, e geralmente não há troco, daí a caixa acende a luzinha pra vir alguém trazer o troco, e demora...
Logo depois disso, achei que a fila ia andar? Que nada, a mulher me saca mais uma conta pra pagar e ainda recarrega o celular!
Ok! Depois tinha um senhor na minha frente com apenas 4 ítens, pensei "opa! vai ser super rápido!" Que nada! Pede nota fiscal paulista e não acertava o CPF nem a pau!
Depois de passada a compra, ainda ficou um tempão reclamando com a caixa que o preço estava diferente da gôndola (essa questão de preço diferente é recorrente, parece que é por isso mesmo que não colocam mais o preço no produto, mas numa etiqueta da prateleira que muitas vezes difere do preço passado no caixa, mas enfim...)
Depois foi pagar com cartão: não acertava a senha nem a pau. Daí pagou com dinheiro, e mais uma vez não tinha troco...
Resultado: fiquei mais de 40 minutos para passar apenas 3 ítens numa fila com apenas 2 pessoas e com compras pequenas...Quarta extra nunca mais! É o que sempre digo...adianta?
MANIFESTAÇÕES
Não adianta, nos últimos dias o assunto não é outro: só se fala nas manifestações.
Seja transporte público, educação, PEC, corrupção e por aí vai...
A grande questão não são os motivos que levaram as pessoas às ruas, mas por que, depois de tanto tempo em silêncio, de repente uma multidão resolveu sair e protestar?
Será que não tínhamos problemas no transporte, saúde, educação e segurança antes?
Pelo o que consigo perceber aconteceram três coisas:
1) Todos estavam cansados de sofrer ou ouvir falar nos problemas e cansaram de ficar apenas reclamando pelos cantos, na fila do banco, na fila da padaria, nas salas de aula, e resolveram botar esse grito que estava abafado para fora;
2) Os mais jovens sempre ouviram falar de coisas como ditadura, repressão e censura, época em que os estudantes protestavam, inclusive seus pais, professores, artistas e até políticos que hoje estão no poder,então surgiu a oportunidade de sentir um pouco o "gostinho" de um protesto, mesmo sem saber muito o que estavam fazendo ali;
3) Após a ampla divulgação na imprensa dos protestos e repressões das primeiras manifestações ocorridas, o facebook lotou de grupos e comentários a respeito, então a galerinha resolveu marcar um grande encontro, e porque não uma passeata, para aproveitar e repetir um pouco mais os problemas que todos já apontavam há tempos, e resgatar algo de espírito patriota?
Independente do que levou essas pessoas à rua, uma coisa é fato: os protestos culminaram numa grande repercussão nacional e levaram políticos a debaterem questões estruturais do país, as tarifas realmente caíram, e além disso se fala em plano nacional de mobilidade urbana, a PEC 37 não foi aprovada...
Mas será que para algo acontecer sempre milhares de pessoas deverão sair nas ruas protestando, além de vândalos que se aproveitam da situação para gerar o caos?
Será que é preciso sempre fazer protestos e parar o país para lembrar aos políticos eleitos por essa multidão que pagamos muito simpostos, uma das cargas tributárias mais altas do mundo, e que o retorno em serviços públicos é um dos menores do planeta?
E será que podemos realmente esperar que é possível oferecer escola e saúde de qualidade para toda a população que não para de crescer? Até quando vamos esperar que os políticos inventem uma forma milagrosa de avançar este país enquanto muitos nem sequer sabe o que faz um vereador, deputado, senador, e nem se lembra em quem votou?
Enfim, parece que o gigante acordou, mas quanto tempo levará para cair em sono profundo novamente?
Seja transporte público, educação, PEC, corrupção e por aí vai...
A grande questão não são os motivos que levaram as pessoas às ruas, mas por que, depois de tanto tempo em silêncio, de repente uma multidão resolveu sair e protestar?
Será que não tínhamos problemas no transporte, saúde, educação e segurança antes?
Pelo o que consigo perceber aconteceram três coisas:
1) Todos estavam cansados de sofrer ou ouvir falar nos problemas e cansaram de ficar apenas reclamando pelos cantos, na fila do banco, na fila da padaria, nas salas de aula, e resolveram botar esse grito que estava abafado para fora;
2) Os mais jovens sempre ouviram falar de coisas como ditadura, repressão e censura, época em que os estudantes protestavam, inclusive seus pais, professores, artistas e até políticos que hoje estão no poder,então surgiu a oportunidade de sentir um pouco o "gostinho" de um protesto, mesmo sem saber muito o que estavam fazendo ali;
3) Após a ampla divulgação na imprensa dos protestos e repressões das primeiras manifestações ocorridas, o facebook lotou de grupos e comentários a respeito, então a galerinha resolveu marcar um grande encontro, e porque não uma passeata, para aproveitar e repetir um pouco mais os problemas que todos já apontavam há tempos, e resgatar algo de espírito patriota?
Independente do que levou essas pessoas à rua, uma coisa é fato: os protestos culminaram numa grande repercussão nacional e levaram políticos a debaterem questões estruturais do país, as tarifas realmente caíram, e além disso se fala em plano nacional de mobilidade urbana, a PEC 37 não foi aprovada...
Mas será que para algo acontecer sempre milhares de pessoas deverão sair nas ruas protestando, além de vândalos que se aproveitam da situação para gerar o caos?
Será que é preciso sempre fazer protestos e parar o país para lembrar aos políticos eleitos por essa multidão que pagamos muito simpostos, uma das cargas tributárias mais altas do mundo, e que o retorno em serviços públicos é um dos menores do planeta?
E será que podemos realmente esperar que é possível oferecer escola e saúde de qualidade para toda a população que não para de crescer? Até quando vamos esperar que os políticos inventem uma forma milagrosa de avançar este país enquanto muitos nem sequer sabe o que faz um vereador, deputado, senador, e nem se lembra em quem votou?
Enfim, parece que o gigante acordou, mas quanto tempo levará para cair em sono profundo novamente?
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
14-18 de janeiro: Natal,dunas e fim da viagem
14 de janeiro de 2013
Fizemos o check-out e saímos sentido Natal. No caminho paramos
na praia de Búzios, bem bonita e tranquila.
Chegamos em Natal para nos hospedarmos na pousada que tinha
reservado, a “Sossego da Ladeira”, mas a porta estava trancada, não havia
campainha e nem sinal de alguém para nos atender. Tivemos que ligar no celular escrito
na placa (o único contato) para avisar que chegamos. Atendeu um funcionário e disse que estava na
lavanderia mas que logo estaria de volta. Nos recebeu muito
atrapalhadamente. Apesar de ter
reservado e pago o valor para quartos com ar condicionado, o ar de um dos
quartos estava quebrado... Sem contar que o nome do estabelecimento não condiz
muito com a realidade: Fica localizado na ladeira que dá acesso à Praia da
Ponta Negra, bem próxima ao Morro do Careca, e por ali sobem umas pessoas com
carrinho de som no volume mais alto que qualquer som de carro turbinado que já
ouvi por aí... Além do mais, a limpeza do quarto não foi realizada e não
conseguimos encontrar ninguém para nos dar satisfação. Enfim, não recomendo...
Mas apesar disso, tempo em pousadas e hotéis eu passo muito
pouco, tínhamos muita coisa para fazer!
15 de janeiro de 2013
Mergulho em Maracajau! Para chegar lá são 75 km, quase 1h30
de carro a partir de Natal. Chegamos no restaurante de onde o passeio sai. São
menos de 15 minutos de lancha para cobrir os 7 km que distanciam os parranchos
(recifes de corais) da praia.
Quando chegamos para mergulhar o céu estava nublado, então a
visibilidade não ficou boa. Voltei para o barco, descansei um pouco e depois
mergulhei novamente, daí sim, com céu aberto, deu para ver vários peixes,
inclusive vi um grupo de peixes azuis enormes!
16 de janeiro de 2013
Nesse dia ficamos por perto, conhecendo a Praia da Ponta
Negra onde fica o Morro do Careca, que é uma duna com apenas uma faixa de areia
e rodeada de vegetação, e depois fomos para a do Cotovelo, mais tranquila e
mais bonita. Almoçamos por lá e ficamos boa parte da tarde, até a maré alta nos
“expulsar” da areia, que ficou totalmente coberta por água. Acho incrível como
é perceptível a mudança das marés nesses locais, nunca tinha visto algo
assim...
17 de janeiro de 2013
Dunas de Genipabu! Já fomos abordados por um guia que
explicou como funciona o passeio pelas dunas e nos ofereceu serviço de guia
para as outras atrações: kamikaze e aerobunda.
Como estávamos com carro, não precisaria de bugue para ir
aos outros locais. Ele nos levou até uma bugueira que fez o passeio com a gente
pelas dunas móveis e fixas. Depois fomos de carro para os demais locais.
Eu particularmente acho que muitos dos locais que ele nos
levou foram bem desinteressantes, como uma lagoa pequena que mal dava para
entrar, e uma mini-cachoeira, onde o interessante é experimentar a lagosta, mas
não vale muito o tempo... Depois fomos para o kamikaze, que fica numa
propriedade particular, mas você só paga o valor do ingresso para descer
deitado numa prancha na duna que fica coberta com uma lona, daí a pessoa desce
bem rápido de uma altura considerável e bem inclinada! Eu não tive coragem de
ir, fiquei filmando e dando risada dos demais companheiros de viagem que
tiveram coragem de encarar essa. Depois fomos para a famosa Lagoa de Jacumã,
que decepcionou um pouco: o esqui-bunda não estava funcionando, e o aerobunda
não é tão emocionante assim... O atendimento é ruim e não dá vontade de ficar
muito tempo nadando naquela lagoa...
Seguimos para as dunas douradas, realmente muito bonitas!
Você se sente num verdadeiro deserto!
18 de janeiro de 2013
Último dia de viagem! Fomos para São Miguel do Gostoso: 125
km, 2 horas de Natal. Vale a pena vencer a distancia para conhecer o início da
BR 101, e depois chegar à Praia de Tourinhos: linda e sossegada, quase
exclusiva!
Ficamos na barraca da Dona Graça, que fez um peixe delicioso
com feijão verde, e nos contou algumas aventuras e histórias de sua vida.
Saímos de lá no fim da tarde. Jantamos rapidamente para
devolver o carro no aeroporto às 23h e pegar o voo de volta...
Com certeza fechamos também o Rio Grande do Norte com chave
de ouro!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
11 - 13 de janeiro - Praia da Pipa/RN
11 de janeiro de 2013
Saímos de João Pessoa e fomos para a Praia da Pipa, no Rio
Grande do Norte. Levou por volta de 2 horas de carro. Chegamos na rua do
centro, que é bem estreita e sempre com carros passando, chegamos a conclusão
que era melhor fazer as coisas à pé por ali.
Ficamos hospedados na Pousada Pomar da Pipa. Fomos recebidos
pelo proprietário, Mário, muito simpático e prestativo, que fez nossa estadia
na Pipa melhor do que poderíamos imaginar. A pousada é um charme, com várias
árvores frutíferas, os quartos contam com ar, ventilador, frigobar e uma rede
na varanda...Todo dia acordava e comia pitangas da árvore bem na frente do meu
quarto... O café da manhã é bem farto, com frutas, sucos, pães tapioca e café
com leite.
Fomos conhecer a Praia da pipa na tarde desse dia. A maré
estava cheia, então a faixa de areia tinha quase desaparecido.
12 de janeiro de 2013
Fomos conhecer a Praia do Amor. Caminhamos pela rua central,
mas depois descobrimos que se a maré estiver baixa dá para ir direto pela
praia, mas indo pelo centrinho você chega por cima das falésias que dão acesso
á praia, e o visual é lindo!!!. O mar nessa praia é bravo, por isso lá tem
vários surfistas. Também tem estrutura se quiser ficar o dia e comer por lá...
13 de janeiro de 2013
Acordamos cedo para aproveitar a maré baixa e irmos até a
Baía dos Golfinhos e depois para a Praia do Madeiro. O acesso até a Baía dos
Golfinhos é tranquilo, o mar estava calmo. Dizem que quando a maré está
baixando os golfinhos aparecer para se alimentar. Fiquei um tempão na água e
nada de golfinhos...Resolvi sair do mar e tomar uma água de coco, eis que olho
para o mar e vejo aparecer rapidamente
uma barbatana. Um amigo que estava na água disse que viu e nadou brevemente com
dois golfinhos, pois não dá pra acompanhá-los, são muito rápidos! Ficamos um
tempo lá e não vimos mais nada, então seguimos para a praia do Madeiro. O
acesso é meio atribulado, com bastante pedras e terreno arenoso e escorregadio
das falésias, mas dá pra ir. Quando chegamos lá descobrimos que é nessa praia
que os golfinhos mais costumam aparecer. Ficamos por lá um pouco e pegamos a
van de volta.
No meio do caminho resolvi descer para conhecer o Santuário
Ecológico, pois li informações de que lá tem exemplares de animais soltos, além
de mirantes. Mas foi a coisa mais inútil que fiz na viagem, a maior decepção!!!
Eles cobram o valor de R$10,00 pra você andar num mato seco, não tem nenhum
bicho, a não ser que algum resolva aparecer por ali (o que acho bem difícil). O
que mais vale a pena são os mirantes mesmo, mas dez reais para acessar mirante,
fala sério! A entrada deveria era ser de graça!
Mas enfim, tem o mirante dos golfinhos, deu pra ver uma
nadadeira cinza aparecer no mar...E o mirante das tartarugas, no qual eu não
tava botando uma fé mas foi o mais interessante pois realmente deu pra ver
tartarugas de lá, várias...
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