segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

09-10 de janeiro - Litoral norte e ocaso na praia do Jacaré



09 de janeiro de 2013

Dia dedicado às praias do litoral norte. Planejamos ir a Coqueirinho (do norte) e Tambá. Saímos um pouco tarde e chegar até lá foi mais demorado do que esperávamos. Chegamos na cidade de Baía da Traição e pedimos informações de como chegar a Coqueirinho, cujo acesso era na verdade antes de entrar na cidade.
Nos deparamos com uma praia tranquila, com pouca gente e poucos lugares para comer. A praia tem uma orla longa mas com faixa estreita de areia. Ficamos num bar no canto direito, defronte a uma parte da praia represada, com águas bem claras e alguns barquinhos de pesca. Estava tudo bem tranquilo até que nossa amiga foi atingida por uma água viva. Saímos de lá e fomos a uma farmácia na cidade de Baía da Traição para comprar uma pomada de queimadura... Então Tambá ficou de fora dessa vez...





10 de janeiro de 2013

Nesse dia acordei bem cedo para ver o nascer do Sol na cidade onde ele nasce primeiro. O visual é realmente muito bonito! Às cinco horas da manhã o dia já está claro e várias pessoas já estão na rua fazendo caminhadas, andando de bicicleta...


Também foi bom acordar cedo, pois fomos fazer o passeio de Barco para Picãozinho, que deve respeitar o horário da maré baixa. Os recifes de corais ficam próximos da praia de Tambaú, levou uns quinze minutos de barco. Fomos separados em grupos para entrar a cada 40 minutos, o que é bom, pois a área não é tão grande, se fossem mais pessoas de cada vez ficaria bem tumultuado o mergulho. Eu já levei meu snorkel, mas quem não tem eles alugam no barco por R$10,00 e fornecem coletes salva-vidas, mas são daqueles de emergência, que não permitem muita mobilidade, não são os mais apropriados para fazer snorkeling.
Esse passeio costuma sair por R$50,00, conforme vimos na praia de Tambaú, mas conseguimos agendar na própria pousada a R$30,00, que acho que seria o preço justo.
A visibilidade estava muito boa, deu para ver vários tipos de peixes coloridos.


Na volta do passeio fomos almoçar no Mangai, restaurante com comida regional sertaneja por quilo. Existem muitas, mas muuuiiitas opções no buffet de pratos com carne seca, carne de sol, feijão verde, macaxeira (mandioca ou aipim), entre outros. A comida é muito boa e dá para experimentar um pouco de cada coisa, já que você mesmo faz seu prato. Também tem outras opções no cardápio, como tapiocas salgadas e doces e diversos sucos de fruta, eu particularmente gosto bastante de suco de cajá.

À tarde fomos para o Rio Jacaré, ver o por do sol ao som do famoso Bolero de Ravel, tocado pelo Jurandy do Sax.
Nas margens do rio tem uma feirinha de artesanato e várias lojinhas e bares, é bem charmosinho para dar uma passeada e fazer umas comprinhas.
Fomos para o bar Maria Bonita, onde o Jurandy do Sax toca algumas músicas antes de sair para a canoa e fazer a sua performance. Próximo ao ocaso, o músico sai do bar e reaparece no rio, tocando o Bolero de Ravel, até o sol se por completamente, subindo e descendo pelo rio, tocando para os barcos e bares. É um espetáculo realmente muito bonito, único, algo que só se vê ali.

Fechamos o dia e nossa passagem por João Pessoa com chave de ouro!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

08 de janeiro de 2013 - Litoral sul da Paraíba



Fomos às praias do litoral sul da Paraíba, tidas como as mais bonitas. Como ficam distantes da capital, escolhemos conhecer Coqueirinho e Tambaba.
Ao chegarmos nas proximidades da Paria de Coqueirinho, já avistamos certo movimento de carros, então paramos num estacionamento e descemos a pé uma ladeira de terra para chegar á praia, e realmente foi o melhor, pois lá embaixo não conseguiríamos vaga para estacionar, apesar da ladeira ser um pouco chata de subir e descer.
Como vimos mais movimentação ao final dessa ladeira do lado direito, seguimos neste sentido, avistamos barracas e tenda de bares e restaurantes, mas parecia estar com muito movimento então fomos seguindo mais adiante, até avistarmos algumas falésias. A vista era bonita, mas o mar não estava nada calmo, o que parecia estranho pois tínhamos a informação de se trata de uma praia com águas tranquilas e piscina natural...Fomos perguntar tirar a dúvida com comerciante local para saber se estávamos mesmo em Coqueirinho e a resposta foi positiva. Ficamos ali um tempo e resolvemos voltar, pois ainda tínhamos outra praia para conhecer.




Chegando ao estacionamento, após subir sob sol forte a danada da ladeira de terra, o dono do local diz: “Antes de irem embora, não querem conhecer o mirante? Fica logo ali em frente”. Qual não foi nossa surpresa ao chegar no mirante ver que a praia era linda, calma e com piscina natural, mas do outro lado! Era para termos virado do lado esquerdo ao final da ladeira... Ficamos com a sensação de tempo perdido, mas quando que voltaríamos naquele local? Tínhamos que aproveitar a oportunidade, então descemos novamente a bendita ladeira e fomos para o local certo, e realmente valeu a pena!


Depois seguimos para uma passada rápida por Tambaba, pois esta praia não podia ficar de fora. Ela fica muito perto de Coqueirinho, chegamos rápido, mas o sol já estava quase sumindo por trás das falésias. Chegamos e vimos uma pequena praia com algumas piscinas naturais formadas por entre as rochas. A maior atração do local é o trecho nudista, que é maior e fica do lado direito, após acesso controlado por uma pessoa que dá as orientações gerais de acesso: não pode entrar homem sozinho, somente acompanhado, o nudismo é obrigatório logo após passar o acesso e fotografias das pessoas não são permitidas. Talvez pegando a praia com mais sol o visual seja mais bonito, mas a impressão é que o que mais atrai não é tanto a beleza do local, mas a experiência que traz.
 

 

sábado, 26 de janeiro de 2013

06 de janeiro de 2013 - De João Pessoa até Natal



Pegamos o avião rumo a João Pessoa - PB. Chegamos na noite de domingo e nos hospedamos da Pousada do Alemão, que é simples, com ar e TV, mas com café da manhã meio desorganizado (um lugar pequeno para atender duas pousadas).

O bairro no qual ficamos é a Praia de Manaíra: bem bonita e organizada, com orla calçada e ciclovia, o bairro conta com várias opções de restaurantes.

No dia seguinte, fomos à locadora buscar o carro que nos levaria até o fim da viagem, no Rio Grande do Norte. No período da tarde fomos conhecer o centro histórico. Na verdade, pesquisamos no guia 4 rodas que indica conhecer o Centro Cultural São Francisco, e de lá, se tiver tempo, conhecer o centro histórico de fato. Mas apesar de ser uma construção interessante, para quem já viu outras igrejas históricas do período barroco não se surpreenderá muito com essa, que além de altares e coro, possui exposições (não muito interessantes) e os quartos dos frades (não abertos para visitas, pelo menos quando fomos ver).

Como ficamos bastante tempo no Centro Cultural São Francisco, acabou ficando tarde para ver o Centro Histórico, cujo acesso se dá por uma ladeira que desce bem próximo dali. Fiquei com a sensação de que deveria ter feito o oposto ao que li no guia: deveria ter ido ao Centro Histórico primeiro, que no caso da Capital Paraibana, não se encontra nas proximidades do mar, mas sim próximo ao Rio Sanhauá, que era o principal porto da época.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Barão na pista

Ontem fui ao show do Barão Vermelho, em comemoração aos 30 anos do primeiro álbum da banda.
O show foi maravilhoso! Tocaram os clássicos com uma energia tão grande, nem parece que já estão há trinta anos na estrada! Ou melhor, é uma banda que soube construir bem seus trinta anos de estrada. Vi pessoas de várias idades pulando, cantando e se emocionando com cada música.
Claro que assisti a esse show na pista. E não posso deixar de dizer que isso tem seu lado bom e, não tão bom...
Pra começar eu não sou alta, quem é baixinha sabe do que estou falando em se tratando de shows assim: geralmente assisto pelo telão..impossível ver o caras no palco..Mas esse não, foi tranquilo, o Frejat tava bem ali, na minha frente. Só não consegui vê-lo quando alguns ficavam filmando e tirando fotos...Não entendo, a pessoa está ali para curtir o show ou só registrar que estava lá?
Tinha também um cara superempolgado do meu lado..cantava todas as músicas, até as inéditas! E cantava alto, pulava,  suava...e claro que vez por outra esbarrava nas pessoas, inclusive em mim..
Mas por outro lado, você só sente a eneria de um show de rock na pista...para pular, dançar, cantar junto, gritar, só na pista... Ficar sentadinho de longe é como ver uma peça de teatro passivamente.

Barão tocando os clássicos do rock brasileiro com toda a energia. Tinha que ser na pista!Valeu!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Final da Viagem: Lima

Pegamos o avião rumo a Lima. A passagem Cuzco-Lima custou R$428 pela Taca, vôo direto com duração de 1h25. Achamos caro, pois no Brasil uma passagem para o mesmo tempo de vôo custa bem menos. Mas enfim... de ônibus seria impossível pois já estávamos com nosso cronograma fechado, além do mais que seria cerca de 18horas de viagem...a essa altura do campeonato...

Houve um pouco de atraso na saída do avião em Cusco. Chegamos a Lima um pouco tarde. Só deu tempo de fazer o check in no Hostel e pesquisar rapidamente na internet onde poderíamos jantar.

Fomos caminhando até o centro de Miraflores, que foi o bairro onde nos hospedamos. É bem bonito e seguro, e no centro há vários restaurantes e bares.

No dia seguinte fomos conhecer o Oceano Pacífico. Fomos caminhando até chegar ao Larcomar - shopping a céu aberto na praia. Percebemos que havia muitas falésias e avistamos apenas uma praia de areia distante. Pegamos o táxi que nos deixou em frente ao restaurante Costa Verde. Atrás dele está a pequena praia de areia, onde pudemos tocar o Pacífico. Nada de entrar na água, estava bem frio! Apesar de avistarmos alguns surfistas nas proximidades...



Almoçamos no próprio Costa Verde, resolvemos experimentar o tradicional Ceviche, prato típico de Lima, muito bom!

Depois fomos visitar as ruínas de Huaca Pucllana. Tem um museu com peças cerâmicas e outros artefatos encontrados no local. É um sítio arqueológico bem diferente do que tínhamos visto até então, construído por civilizações bem anteriores aos Incas. O que mais impressiona mesmo é ver uma ruína em meio a cidade de Lima, com os prédios ao fundo.

No dia seguinte (último dia de viagem) fomos logo cedo conhecer o centro histórico. Visitamos a Plaza de Armas, o Palácio do Arcebispo e a Catedral.



Almoçamos por lá e seguimos para o museu Rafael Larco, que tem interessantes peças arqueológicas com motivos eróticos.

À noite pegamos o avião de volta ao Brasil pelas aerolíneas argentinas. Nosso vôo tinha conexão em Buenos Aires e para piorar, com troca de aeroporto! Com o atraso na saída do avião e as filas da imigração, somado à falta de organização no aeroporto e nenhum auxílio da companhia aérea, chegamos atrasados. O guichê do serviço de translado viu o bilhete e entendeu que o último ônibus em tempo hábil já havia partido, mas na verdade ele viu o horário errado. Mas de qualquer forma, até esperar outro ônibus chegar iríamos perder tempo, e ainda tinha que chegar no outro aeroporto, passar pela imigração, despachar a bagagem... Pegamos um táxi e ainda assim foi corrido.



Observações:


- O Hostel de Lima é bem grande e bonito mas nem todos os quartos são tão bons... Não tem café da manhã incluso, apesar de ser o hostel mais caro de toda a viagem. O atendimento não é muito bom, a recepcionista não nos informou sobre como funcionava o café e nem foi prestativa ao perdirmos algumas informações sobre a cidade, ao contrário dos outros Hostels da rede. HI
- Se for comprar passagem de volta cuidado com conexões, principalmente com troca de aeroporto, e ser for da aerolíneas então... Já fiz outros vôos com escalas e conexões e as companhias aéreas sempre davam suporte ao passageiro, ao contrário dessa..
- Apesar dos contratempos, indico conhecer Lima, além de ser a Capital, tem lugares bem bonitos, bons museus e restaurantes.